O ápice da incompetência, ou o dia em que um cliente entrou nu no banco…

Nem tudo são flores no ambiente corporativo de nosso país.

Alguns acontecimentos – patéticos e inaceitáveis ‒ só acontecem pela negligência e incompetência de algumas empresas, obrigando seus clientes a situações vexatórias e degradantes.

Jamais nos esqueceremos dos anos das portas eletrônicas e giratórias das agências bancárias, que obrigaram clientes dos bancos a momentos de infinita vergonha e total degradação.

Os bancos transferiram suas incompetências para a única solução que encontram – portas giratórias ‒ e deram-se por satisfeitos.

Assim fica difícil para quaisquer pessoas acreditarem nas juras de amor que essas instituições volta e meia fazem, pretendendo conquistar mais e novos clientes. Para que? Para passarem vergonha.

Durante mais alguns anos alguns processos referentes a esses vexames seguirão transitando pela justiça.

Meses atrás a 4ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Pernambuco, por unanimidade, manteve a condenação de um banco que submeteu um de seus clientes a um vexame monumental. Pena, multa de R$15 mil por danos morais – pouco diante da patacoada.

As provas da barbaridade foram os vídeos gravados por outros clientes que testemunharam a cena.

Depois de sucessivas tentativas de ultrapassar a porta giratória, e o alarme disparar, e ir tirando peça por peça, o cliente ficou finalmente de cueca. Mesmo assim o segurança exigiu a retirada da última peça, e finalmente, o cliente ingressou na agência como veio ao mundo…

A porta giratória estava com defeito…

Cenas para não mais nos esquecermos que envergonham a todos nós, e revelam como ainda o marketing é uma abstração em determinadas organizações.

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