Autor: Francisco Madia

Blog do Madia

Diário de um Consultor de Empresas – 18/01/2022

O SPIN-OFF DAS BIG TECHS COMEÇOU PELA CHINA. E até meados desta década em todas as BIG TECHS do ocidente.
Blog do Madia

Diário de um Consultor de Empresas – 15, 16 e 17/01/2022

MANCHETE PATÉTICA E CONCLUSÃO EQUIVOCADA. Para o comando das empresas, o melhor, o único critério, permanece sendo, escolher profissionais, além de competentes, líderes por natureza. E, jamais, por especialização.
Blog do Madia

Diário de um Consultor de Empresas – 14/01/2022

MICROSOFT, dentre as BIG TECHS, a mais resiliente à regulamentação que todas terão que enfrentar.
Blog do Madia

Diário de um Consultor de Empresas – 13/01/2022

ALGUMAS MÁGICAS JAMAIS DARÃO CERTO. Por mais “JUSTO” que seja a intenção. É melhor ter JUÍZO, como fez a AMERICANAS, do que tentar e querer ser “JUSTO”.
Blog do Madia

Diário de um Consultor de Empresas – 12/01/2022

COM O PREVALECIMENTO, CRESCENTE, DO “AMERICAN WAY OF EAT”, NÃO PARAMOS DE… ENGORDAR. E depois da pandemia e meses trancados em casa e recorrendo a pizzas e hambúrgueres…
Negócio

Mentiras e mais mentiras… De profissionais em busca de emprego

E aí a revista Veja foi atrás, conversou com algumas das principais empresas de recrutamento de executivos, e contabilizou os principais problemas, vícios e ou falhas recorrentes nos currículos. Segundo a pesquisa de Veja, quatro são os principais problemas dos currículos. 1 – A versão que os profissionais dão porque saíram dos empregos anteriores. Quase sempre o problema era da empresa, desde definições de funções confusas e pessimamente comunicadas, ou ambiente inóspito absolutamente incapaz de aproveitar de todos seus predicados e conhecimentos. Grosso modo, o que de certa forma é relativamente natural, e para não admitir falhas e muito menos fracasso, elaboram ou constroem uma espécie de ficção. 2 – A maior dentre todas as mentiras é afirmação que fazem, por escrito, que dominam um idioma. Essa suposta verdade absoluta não resiste a 3 minutos de conversação. Muitas vezes não chega nem no final do primeiro minuto. Às vezes, não resistem a um Good Morning… 3 – Também, e à semelhança da língua, o domínio técnico que alegam ter da área… Quando, mais da metade, tem alguma familiaridade e ponto. E, 4 – Titulagem acadêmica. Aí é um vale tudo total, fraude mais que facilmente comprovável. Como vem acontecendo nos últimos anos com presidentes da república, ministros, juízes, e muitos e outros mais. De qualquer maneira vivemos o fim desse capítulo da história da administração. Esse tipo de emprego vai chegando ao fim com o prevalecimento da sharing economy, da economia por compartilhamento, das empresas que se organizam exclusivamente por parcerias. Não existe emprego, apenas desafios a serem compartilhados por profissionais empreendedores e independentes, e empresas. Como sabiamente dizia a sensível escritora Anaïs Nin, “A origem da mentira está na imagem idealizada que temos de nós próprios e que desejamos impor ao outros”. Às vezes dá certo. Às vezes não… O que nós pensamos sobre o tema? Não minta nunca, se for capaz, ainda que pela melhor das razões.
Negócio

LAS – Life As a Service

60 anos depois caiu a ficha. O ano era 1960. Mais uma edição da Harvard Business Review é enviada aos assinantes. Dentre os artigos da edição, um causa estranheza, dúvidas, perplexidades, inquietação e, passado o susto do inusitado e do instigante, e diante de tanta lucidez, é mundialmente aclamado. De autoria de um economista judeu nascido na Alemanha, no dia 01 de março de 1925, e que se mudou jovem com seus pais para os Estados Unidos, Dayton, Ohio, com PHD pela Ohio State University, e professor na Harvard Business School. No correr de sua vida, venceu quatro vezes o prêmio concedido pela McKinsey ao melhor artigo escrito a cada ano na Harvard Business Review, e dentre os quatro vencedores, o artigo que causou estranhezas, dúvidas e perplexidades, e, repito, passado o impacto inicial, foi aclamado: “Marketing Myopia”. Miopia em Marketing! Salta para hoje, 2022. E a constatação que 62 anos antes o genial Theodore Levitt teve uma intuição que só agora começa a ocupar a cabeça das pessoas e entender o alcance e dimensão de sua anunciação, da sua epifania, naquele artigo disruptor. Levitt, ainda que não com essa denominação, mas com mesmo entendimento e sentido, estava anunciando a LAS – Life As a Service – com que hoje começamos a nos defrontar em intensidade cada vez maior. Ao manifestar sua tese e sentimento, Levitt batizou de Miopia em Marketing a dificuldade que as empresas tinham em saber exatamente qual era o negócio delas. Se estavam no negócio de trens, ou de transporte. E se no de transporte, talvez devessem ter considerado ser, também, empresas de aviões e carros… A essência desse raciocínio, agora e finalmente começando a ser compreendida por uma minoria, e que rapidamente será entendida por todas, é que Levitt estava a nos anunciar, sem usar essa denominação, a chegada e prevalecimento da LAS – Life As a Service. Na medida em que as pessoas não compram produtos, compram os serviços que as empresas e seus produtos prestam. E se só compram para desfrutar e usar os serviços que os produtos prestam, qual o sentido de comprar e, não apenas ter acesso, alugar, pagar pelo uso e durante o tempo de uso? O produto não é uma abstração porque material e físico, mas não passa de um cabide, de um suporte, de um meio, ou como se chama hoje, de uma plataforma. É o que possibilita que as pessoas tenham acesso, e recebam, e usem os serviços que as empresas prestam. Curto e grosso: Em termos econômicos, não existem produtos, apenas serviços. E, à medida que com o passar das décadas, e as conquistas de tecnologia foi tornando isso mais claro, compreensível, e hoje óbvio, as pessoas gradativamente vão deixando de comprar o que, de verdade, só precisam e querem usar. No passado, e pela impossibilidade de comprar alguns bens, alugavam, tipo habitação – casa ou apartamento – AS a Service. Tinham acesso aos serviços de morar… Mais adiante, isso passou para carros, equipamentos, softwares, aplicativos, e caminha, inexorável e irreversivelmente, para tudo! Isso mesmo, tudo! Assim, e com forte emoção e total justiça e merecimento, reverenciamos e homenageamos Theodore Levitt que intuiu 62 anos antes, a LAS – Life As a Service. Repense sua empresa e negócios dentro desta nova ótica. E considere isso em todos os seus próximos planejamentos. Ah, não se esqueça de dizer, “Muito obrigado, Theo!”.
Negócio

Nubank, a sabedoria de pegar atalhos e caronas

Talvez a mais importante lição a ser aprendida com um Nubank que, com apenas sete anos de vida, segundo os gestores de investimentos vale mais que o Banco do Brasil, é a sabedoria de se escolher por qual porta ingressar no jogo. Depois de muito analisar, seu criador, o colombiano David Vélez, e sua sócia brasileira, Cristina Junqueira, decidiram ingressar pelo território dos cartões de crédito. Dominado por poucas empresas, com a maioria dos clientes insatisfeitos, muitos revoltados, quase todos sangrando, e a espera de uma luz. E essa luz veio, o Nubank, um cartão de crédito internacional, sem anuidade, e totalmente gerenciado a distância através de um competente aplicativo. Assim, enquanto os novos entrantes, também conhecidos como fintechs, decidiram começar pela rua principal do mercado financeiro, o Nubank decidiu-se por uma rua paralela, mais calma, de mais fácil controle, com pouca ou nenhuma concorrência a não ser o prevalecimento dos vilões que dominavam esse território no correr de décadas. Mais ou menos como numa corrida de cavalos onde os favoritos e quase a totalidade dos cavalos embolam-se no meio da pista, e um único cavalo, correndo por dentro, ou por fora, atropela e vai assumindo a liderança. Foi exatamente o que aconteceu com o Nubank. Com apenas sete anos de idade, e meses atrás, com um novo aporte de capital da ordem de US$ 400 milhões, passou a valer, segundo os critérios aditados por gestores de investimentos, mais que o Banco do Brasil, XP, Stone e BTG. Valor esse confirmado meses depois na abertura de seu capital. De tanto visitar o Brasil à procura de projetos para investidores internacionais como a General Atlantic e o Sequoia Capital, David Vélez concluiu que não encontraria o que procurava e decidiu-se por converter-se naquele projeto que gostaria de ter encontrado. No dia 18 de outubro de 2016, palestrou no CEO Summit, contou sobre sua passagem pelo Morgan Stanley e Goldman Sachs, e sua decisão de desembarcar de vez no Brasil e empreender. Naquele evento, disse, A Descoberta – “Levei seis meses para conseguir abrir uma conta corrente”. Tentei entrar nas agências e era revistado pelos seguranças. Tentei pelos call centers um tédio. Nesse momento, pensei, “qual a razão de tanta dificuldade se os brasileiros pagam as maiores taxas pelos serviços de banco de todo o mundo…”, Ali começou a nascer o Nubank.Advertências – “O que mais ouvi quando desembarquei para ficar no Brasil, foi… No Brasil não dá, você não pode começar esses serviços porque os grandes bancos não vão deixar, os reguladores vão fiscalizar e proibir… Aí decidi conversar com especialistas”. Foram mais de 30 conversas e todos me desencorajavam: “Esquece essa indústria, Vélez, e você ainda é gringo…”. Ou, “Quando chegou a hora de montar o call center, a equipe de atendimento, e de novo, disse, esquece, esse é um tipo de trabalho que nenhuma pessoa e os que toparem vão chegar atrasado sempre…”. Não foi isso que aconteceu, todos foram muito cordiais e acolhedores − o sistema bancário e o Banco Central − e os inteligentes vieram e revelaram-se mais que pontuais… Hoje sei que “o brasileiro é talentoso, e tudo o que temos que fazer é desafiar essas supostas verdades definitivas…”. É isso, amigos, o Nubank é um cavalo carregado de energia, coragem, determinação, que exala inovação por todos os poros, com uma clientela gigantesca e jovem. Se conseguir ir se organizando, evoluindo, e rentabilizando, em tese, e potencialmente, tem as melhores perspectivas pela frente, dentre todos os chamados novos bancos, ou fintechs. Aprendizado: a estratégia de sempre que possível, escolher um atalho, ou, uma rua lateral… Não se assustem se mais alguns anos o Nubank for o Novo Itaú, o Novo Bradesco… Deu provas que é suficientemente inovador para isso. Porém, ser inovador é importante, mas não é tudo. A partir de agora vai ter que demonstrar, como diz o Ratinho, que, “tem café no bule”. Que tem conhecimento, competência e energia empreendedora, embasados em comprovada capacidade de gestão. E aí são outros quinhentos…
1
Blog do Madia

Diário de um Consultor de Empresas – 11/01/2022

O IMPOSSÍVEL FENÔMENO DO CRESCIMENTO DOS NARIZES. Não cresceram! É o ZOOM. Mas, por via das dúvidas, rinoplastia…
Blog do Madia

Diário de um Consultor de Empresas – 08, 09 e 10/01/2022

BEBÊS DE PANDEMIA. Todos aqueles nascidos entre março de 2020 e setembro de 2021.Também conhecidos, daqui para frente, como CORONIALS!