Autor: Francisco Madia

Blog do Madia

Diário de um Consultor de Empresas – 16/07/2024

Em termos de HUMANIDADE, muito especialmente no chamado ambiente corporativo, vivemos um dos piores momentos das últimas décadas, talvez, do último século…
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Diário de um Consultor de Empresas – 13, 14 e 15/07/2024

ATACAREJOS, uma aberração exclusivamente brasileira e com os dias contados.
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Diário de um Consultor de Empresas – 12/07/2024

A praga dos Influenciadores. Um dos absurdos da travessia do velho para o novo.
Blog do Madia

Diário de um Consultor de Empresas – 11/07/2024

O perigo das bicicletas elétricas. Não pelas bicicletas. Pelos “motoristas” de cultura analógica.
Negócio

Cessa a causa, cessa o efeito

E aí, literalmente, do dia para a noite, e em decorrência da pandemia, algumas empresas decolaram na vertical e nem o céu parecia ser o limite. Hoje, essas empresas de impulso inicial espetacular, contabilizam perdas definitivas e em igual proporções. Com poucas perspectivas de recuperação, porque, e agora, estão estigmatizadas, em suas marcas, e com a pouca cultura interna em frangalhos. Poucas empresas foram mais comentadas, saudadas, glorificadas, na pandemia, que o Zoom. No ano da pandemia, quando o Zoom mal engatinhava e com uma série de problemas, conseguiu a proeza de ver suas ações decolarem na vertical e, em poucos meses, acusarem uma valorização de 765%. E aí vieram outras empresas, outras soluções, algumas das Big Techs muito menos por vontade específica, mas muito mais para preservar territórios decidiram investir na comunicação corporativa a distância, e o Zoom foi perdendo sustentação, gás, e desde o final da pandemia seu valor de mercado reduziu-se a 20%. Perdeu, em pouco mais de dois anos, US$77 bilhões. Outros dos Big Hits da pandemia, a RingCentral, empresa de comunicações nas nuvens, e que decolou com tudo durante e pandemia, hoje está devidamente asfixiada pela ação das Big Techs Alphabet e Microsoft. E uma Peloton, bicicletas ergométricas, e uma referência dos tempos da pandemia, desde 2020 vê suas ações desinflarem e hoje não valem mais do que 10% do que valiam há dois anos. Demissões em massas, e renúncias no comando da empresa. Em síntese, tudo de bom – na aparência – que aconteceu com essas empresas – hoje revela-se fugaz e, ou, sazonal. Cessada a causa, cessa o efeito, e assim caem numa dramática realidade. E o que aprendemos e deveríamos assimilar e agregar a nossa sensibilidade e cultura essencial. Que vivemos, de longe, a quilômetros de distância, a maior crise estrutural da história da humanidade decorrente do tsunami tecnológico. E que os planos que contam, de verdade, são os estratégicos, e não as oportunidades circunstanciais e decorrentes de eventualidade. Que até podem trazer algum refresco no curto prazo, mas, cessada a causa cessa o efeito, as empresas caem numa trágica realidade, e muito pior ainda, agregam ao pensamento interno, a toda a sua equipe, a consciência do supérfluo, irrelevante, oportunista. Empresas que agora padecem de miopia crônica, assimilada e incorporada durante o curto período das glórias fugazes. Em muitas dessas empresas a miopia incorpora-se, o que as condena, definitivamente, ao desaparecimento. O clima interno é de derrota, incompetência, ingenuidade. Poucas sobreviverão.
Negócio

A premonição de Caetano mais que confirmada

Inspirado nos escritos dos muros da cidade de Paris, onde no mês de maio de 1968 os estudantes percorriam a Champs-Élysées bradando por liberdade, Caetano Veloso ingressa no palco do Festival da Canção daquele mesmo ano, em companhia dos Mutantes, e cantando, É Proibido Proibir… De alguma maneira, um exercício premonitório do que acontece hoje. E de uma forma mais radical. Não é que é proibido proibir. É impossível proibir, por mais que os alucinados e carcomidos ministros do Supremo tentem. O tsunami tecnológico, pela disrupção estrutural, e colocando tudo a baixo muito especialmente as proibições, zerou tudo, e agora, tudo pode e muito mais. E se alguém se incomodar que tente, de alguma forma, provar, demonstrar, e fazer prevalecer o entendimento que algumas proibições sobrevivem. Uma coisa é o que dizem as leis, regulamentos, decisões; outra coisa é a prática, a realidade, o fato em si. Joelmir estava certo, “na prática a teoria é outra”. Até anos atrás, meses atrás, dias atrás, ainda comentávamos sobre a proibição dos jogos de azar. A eventual volta dos cassinos. E, enquanto isso, e através da disrupção, toda uma mega indústria de “games”, exercitados e praticados todos os dias por vovós e vovôs, mais pais e mães, mais filhos, mais netos, e que em determinado momento insinuava a venda de alguma coisa, a possibilidade de algum tipo de aposta, não sem sair de casa, sem sair da cadeira… e resgatando para os jogos duas ou três gerações já consideradas perdidas, e preparando todas as novas gerações para a volta acelerada da jogatina. Pra que a volta dos cassinos, se podemos jogar direto da cama, do vaso, ou do sofá? Pra que comprar em lojas de rua se em minutos o que queremos chega em nossas casas? É isso, amigos. Não é que e apenas o tal do Jogo Voltou! O Jogo de Apostas, ou de Azar, como aprendemos com nossos avós, estão de volta e mais exuberantes do que nunca. Começamos, nesse retorno, pelos Games, e nos descobrimos, agora, no negócio das Bets. Só mudou o “sexo”. E essa reflexão, com poucas ou quase nenhuma diferença, vale para todas as demais atividades e negócios. Se quando Caetano bradou “É Proibido Proibir”, não era bem assim, agora é. Estamos, todos, mergulhados até o último fio de cabelo, na maior crise estrutural da história da humanidade. Uma crise total, silenciosa, e que remete ao slogan da Persico Pizzamiglio, lembram, “você não nos vê, mas, estamos aí…”. Sim, o mundo, se não é, está líquido. Sabe-se lá até quando…
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Negócio

Qual o sentido das auditorias

Semanas atrás compareceram a CPI da Câmara dos Deputados que investiga o caso Americanas, dois representantes de consagradas empresas de auditoria. PwC – PricewaterhouseCoopers, e da KPMG. Claro, não iriam reconhecer suas culpas, mas simplesmente negaram, ao depor, o sentido, a razão de ser das empresas de Auditoria. Quase a dizer, auditoria e nada dá no mesmo, ou, é a mesma coisa. A representante da KPMG disse sobrarem motivos para repudiar as insinuações contra a KPMG. Diz que sua empresa durante os trabalhos realizados, chamou a atenção da Americanas sobre “as deficiências e a necessidade de melhoria nos controles de verbas de propaganda cooperadas…” e, completou, “nada indicava fraude…”. É exatamente para isso que, em tese deveriam servir empresas de auditoria, identificar, onde nada indique, a existência da fraude… É pra isso que servem e são contratadas, por dizerem ser especialistas e que nada escapa da seus olhos, conhecimento e controle. Já o representante da Price, alegando que não compete aos auditores independentes realizarem análises e revisões de todas as transações das empresas auditadas, disse, “Há risco inevitável de que distorções não sejam identificadas…”. Como assim? Mas não é exatamente pra isso que se contrata especialistas. Para identificar e denunciar o que escapa aos olhos dos demais mortais e não especialistas? Simplesmente, patético.
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Diário de um Consultor de Empresas – 09 e 10/07/2024

RESERVA e PETLOVE, uma parceria, no mínimo, estranha…
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Diário de um Consultor de Empresas – 06, 07 e 08/07/2024

Triste e pornográfico Brasil. Nós, contribuintes, continuamos sendo roubados…
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Diário de um Consultor de Empresas – 05/07/2024

Air Fryer, outros produtos que mudaram nossas vidas, e a multiplicação das batatas…