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Julho

Vídeo da transmissão ao vivo do Business Trends, ciclo de palestras ministradas por Francisco e Fabio Madia, captado no dia 26 de julho de 2021. Confira os temas: – De repente, 697 healthtechs – 28 de maio de 2020 – Alibaba.com – O desafio da distância – Época – Os franceses no Brasil: Carrefour e Casino – Ciro Gomes contrata João Santana – Em busca dos carrinhos abandonados – O Brasil deveria ter feito a inclusão digital de todos os brasileiros há mais de 10 anos, mas como não fez… – Theodore Levitt “Marketing Myopia” – As novas empresas de locação e vendas do mercado imobiliário Quinto Andar / Loft… – A nova corrida espacial – Do digital para o físico – O fim do capitalismo – Yandex
Negócio

Marcas Próprias, velhas e abomináveis tentações

Não tem jeito. Não obstante toda a literatura e a prática da administração de empresas, do marketing e dos negócios, infinitas vezes tenha comprovado que o varejo cair em tentação e ter Marcas Próprias é uma imensa tolice e um atraso de vida monumental… Não tem jeito! As empresas não aprendem. Ou você é varejista, trade comércio, ou você é indústria, máquinas, produtos. Procure fazer sempre mais e melhor, mergulhar cada vez mais fundo naquilo que é sua especialização, seu business. Mas, não tem jeito. Assim, semanas atrás, com toda pompa e circunstância, e com o orgulho próprio dos medíocres, o Grupo Pão de Açúcar anunciou sua marca própria de cerveja. Uma bobagem batizada de Fábrica 1959, o ano em que nasceu o Pão de Açúcar, loja, comércio, varejo, jamais fábrica… E aí vem aquele monte de justificativas tentando explicar a bobagem e aplacar a justa ira dos verdadeiros especialistas na ciência e na arte de fabricar cervejas. Em entrevista ao Valor, o diretor de marcas exclusivas do Grupo Pão de Açúcar, declarou, “A cerveja é uma categoria muito importante para o grupo e lançar uma marca própria vai trazer diferenciação para nossas redes e ajudar na fidelização de consumidores…”, e percebendo que estava pisoteando em seus leais fornecedores, atenuou, “A intenção é aumentar o tamanho da categoria. O preço é um pouco mais baixo justamente para atrair novos consumidores. É um posicionamento complementar ao dos fabricantes”. Segue a vida. Parece que o comércio não conseguiu assimilar essa lição básica de que deveria concentrar-se e aperfeiçoar-se e exceder-se em seus propósitos específicos. E jamais considerar, mesmo em pensamento, concorrer com seus maiores aliados, seus fornecedores. E assim, e num mundo onde a moeda tempo é tudo, uma vez mais vai o Grupo Pão de Açúcar, Casino, perder tempo e energia com o que não tem nada a ver com seu business, e arrumar encrenca e brigar com seus parceiros e fornecedores.