Tag: Sharing Economy

Negócio

Mentiras e mais mentiras… De profissionais em busca de emprego

E aí a revista Veja foi atrás, conversou com algumas das principais empresas de recrutamento de executivos, e contabilizou os principais problemas, vícios e ou falhas recorrentes nos currículos. Segundo a pesquisa de Veja, quatro são os principais problemas dos currículos. 1 – A versão que os profissionais dão porque saíram dos empregos anteriores. Quase sempre o problema era da empresa, desde definições de funções confusas e pessimamente comunicadas, ou ambiente inóspito absolutamente incapaz de aproveitar de todos seus predicados e conhecimentos. Grosso modo, o que de certa forma é relativamente natural, e para não admitir falhas e muito menos fracasso, elaboram ou constroem uma espécie de ficção. 2 – A maior dentre todas as mentiras é afirmação que fazem, por escrito, que dominam um idioma. Essa suposta verdade absoluta não resiste a 3 minutos de conversação. Muitas vezes não chega nem no final do primeiro minuto. Às vezes, não resistem a um Good Morning… 3 – Também, e à semelhança da língua, o domínio técnico que alegam ter da área… Quando, mais da metade, tem alguma familiaridade e ponto. E, 4 – Titulagem acadêmica. Aí é um vale tudo total, fraude mais que facilmente comprovável. Como vem acontecendo nos últimos anos com presidentes da república, ministros, juízes, e muitos e outros mais. De qualquer maneira vivemos o fim desse capítulo da história da administração. Esse tipo de emprego vai chegando ao fim com o prevalecimento da sharing economy, da economia por compartilhamento, das empresas que se organizam exclusivamente por parcerias. Não existe emprego, apenas desafios a serem compartilhados por profissionais empreendedores e independentes, e empresas. Como sabiamente dizia a sensível escritora Anaïs Nin, “A origem da mentira está na imagem idealizada que temos de nós próprios e que desejamos impor ao outros”. Às vezes dá certo. Às vezes não… O que nós pensamos sobre o tema? Não minta nunca, se for capaz, ainda que pela melhor das razões.
Negócio

Sharing Economy, ou, você me paga com uma parte do que você economiza

Talvez o mais simpático e menos reconhecido dos heróis da nova economia, o parceiro trabalhador de Steve Jobs, Steve Wozniak, que era capaz de trazer para terra e viabilizar os sonhos de Jobs, que projetou o primeiro computador pessoal da história, Apple, 1976, e que deixou a empresa em 1985, retorna a cena e com tudo. Mais que um novo negócio, mais que uma nova empresa – e em verdade tem os dois também −, introduz um novo modelo de negócio sob o viés econômico, e que provavelmente será um dos modelos que prevalecerá na Nova e Sharing Economy. Economia por compartilhamento. De certa forma, isso acontecia nos velhos tempos, quando proprietários e plantadores dividam os resultados das colheitas. No novo modelo de Wozniak, e em sua revolucionária empresa Efforce, uma espécie de companhia de investimento, ou uma espécie de marketplace que fomenta e apoia projetos de energia renovável – eólica, solar, biomassa, entre outros –, viabiliza-se dividindo com seus clientes o que economizam com essa nova possibilidade. No mês de setembro de 1952, a primeira máquina de Tetra Pak do mundo era entregue a seu primeiro cliente, uma empresa do setor de laticínios. Fundada no ano anterior, como subsidiária da Åkerlund & Rausing, uma companhia de embalagens de papelão fundada no ano de 1929. Da cabeça do gênio Ruben Rausing, que sempre dizia, “fazer algo que nunca foi feito antes é bem difícil”. Queria porque queria fazer uma embalagem que fosse melhor e mais econômica do que as tradicionais de papelão e vidro. E o mote que o guiava era o seguinte, “Não importa o quanto custe uma embalagem se economizar mais do que custe”. E assim nasceu a Tetra Pak. Na cabeça de Wozniak, um pensamento semelhante, e, de certa forma, derivado, e que dá um forte e decisivo empurrão na sharing economy: “O preço de minhas diferentes fontes de energia é uma parte do que sua empresa economiza e dos benefícios que traz para a humanidade”. Ele, gênio calmo e generoso, Steve Wozniak…
Blog do Madia MadiaMM

Diário de um Consultor de Empresas – 13/04/2021

Francisco Madia comenta sobre TUDO POR UM EMPREGO! Até o final desta década não existirão mais empregos. Apenas negócios decorrentes da parceria de empresas e profissionais empreendedores. Na SHARING ECONOMY. Todos precisam preparar-se, urgente. Quando JEREMY RIFKIN lançou, em 2004, seu livro premonitório O FIM DOS EMPREGOS não estava brincando…
Negócio

Coisas do amor?

E aí, em meio à pandemia, flertes, como se dizia antigamente, ou namoros antigos, tentando atenuar ou compartilhar medos, e namoros novos ou já andados, decidem-se por uma aproximação maior. E assim, muitos casais de namorados passaram a morar, party time, ou full time, sob um mesmo teto. Mas, e como é da praxe hoje nas classes mais abastadas, imediatamente decidiram deixar tudo mais que combinado, às claras e às limpas, e registrado no papel. E assim, os tais de contratos de namoro, que já vinham crescendo nos últimos anos, mais que escalaram em tempos de pandemia. Em matéria do caderno Legislação e Tributos do jornal Valor, e assinada por Beatriz Olivon, o título diz tudo, “Busca por contratos de namoro aumenta durante a pandemia”. E aí a jornalista foi mais fundo, tentando conhecer qual o perfil recorrente e que busca esse tipo de proteção. Segundo o Dr. Rodrigo da Cunha Pereira, que preside o IBDFAM – Instituto Brasileiro do Direito de Família – o perfil clássico dos que buscam o contrato de namoro é formado por divorciados, que tinham se decidido e jurado jamais casar novamente, e que alimentam um relacionamento onde existe diferença significativa de renda. Qual a razão do sucesso e crescimento dos contratos de namoro? Segundo Rodrigo: “quando não existia essa possibilidade, prevalecia a chamada união estável. Com a mudança de costumes há um limiar muito tênue entre namoro e união estável na prática. A diferença é que o contrato de namoro não gera direitos, e a união estável, sim.” E, explica, “na união estável, e em casos de separação, o parceiro tem direito a metade do que foi adquirido ou conquistado enquanto vigorou a união…”. Os bens anteriores permanecem indivisíveis, mas os frutos colhidos durante o relacionamento pertence 50% a cada uma das partes.” Ok, compreendido? Vamos agora transpor o tema para os negócios e para o ambiente corporativo. Neste exato momento, em que começa a nascer a Sharing Economy, – economia por compartilhamento –, onde as empresas mais que se somarem ou se associarem ou fundirem-se, compartilham competências específicas, de certa forma o tal do contrato de namoro também se aplica. Claro, não com essa denominação. Numa espécie de associação por tempo certo e finalidades específicas. Alguma coisa semelhante, como acontece no mercado imobiliário e de construção, onde cada obra prevê um contrato específico. Que se extingue quando a finalidade – construir um prédio, por exemplo – for alcançada. Contrato por obra específica, e só vale para aquele evento. Esse tipo de relacionamento e contrato, daqui para frente, tende a crescer e prevalecer cada vez mais na relação entre empresas. E assim, e gradativamente, e só por outras e relevantes razões, e mesmo assim, excepcionalmente, deve se considerar processos de fusões. Tornaram-se, além do elevadíssimo risco, absolutamente desnecessárias, disfuncionais e improdutivas, diante de uma nova realidade. Portanto, e daqui para frente e cada vez mais no ambiente corporativo, prevalece a canção de Fernando Lobo. Tudo, por todos os aprendizados de 200 anos no ambiente corporativo, caminha-se cada vez mais para as tais chuvas de verão. “Podemos ser amigos simplesmente Coisas do amor, nunca mais Amores do passado no presente Repetem velhos temas tão banais Ressentimentos passam como o vento São coisas de momento São chuvas de verão Trazer uma aflição dentro do peito É dar vida a um defeito Que se cura com a razão.” Se é assim, porque insistir-se sem a menor necessidade, em sociedades para sempre… Contratos de namoro, ou sociedades com propósito específico e ponto.
Blog do Madia MadiaMM

Diário de um Consultor de Empresas – 13/01/2021

Francisco Madia comenta sobre SHARING ECONOMY – ECONOMIA POR PARCERIAS OU COMPARTILHAMENTOS. É como o mundo irá ser organizado daqui para frente. Todos os negócios, em maior ou menor intensidade, serão SHARING CO. Mais cedo do que você imagina, sua empresa será uma SHARING CO.