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Blog do Madia

Diário de um Consultor de Empresas – 29/09/2021

O MINISTRO QUE CAMINHAVA SEM SAPATOS PELO PALÁCIO DURANTE A PANDEMIA: PAULO GUEDES Antes da posse todos eram quase que unânimes, “PAULO GUEDES É UM CRAQUE”. Com todos os descontos decorrentes do tsunami que vem sendo a pandemia, poucos são os que repetem essa afirmação.
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Vídeo 27

No dia 25 de agosto de 1961, JÂNIO DA SILVA QUADROS renunciou a presidência da república. Olho para o Brasil de hoje e tenho a sensação que convertemo-nos no personagem de GIUSEPPE TOMASI DI LAMPEDUSA, “IL GATTOPARDO”, quando num determinado trecho da obra, Tancredi, sobrinho de Don Fabrizio, incentiva seu tio a aliar-se aos SABOIA, abandonando os BOURBONS. E diz, “Para que as coisas permaneçam iguais, é preciso que tudo mude”. Hoje, nesta série MADIA41ANOS, série onde convocamos a todos os brasileiros, e aproveitando a oportunidade única e espetacular do TSUNAMI TECNOLÓGICO, para e finalmente, construirmos um NOVO E MODERNO BRASIL, vamos fazer uma pequena reflexão sobre nosso atraso político monumental.
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Vídeo 19

Hoje o 19º episódio desta série de 41 anos da Madia, série onde procuro me somar a todos os brasileiros que querem, buscam e acreditam na possibilidade e necessidade de construirmos um novo Brasil. Finalmente, um Brasil de verdade. Hoje comento sobre a repercussão das declarações de Eduardo Leite, sobre a decepcionante reforma tributária, e outras manifestações https://youtu.be/vILmnDlMtWo
Negócio

SOS Brasil

O monstro vai explodir Não obstante a pandemia, o desemprego, o fechamento de milhões de pequenas e médias empresas, o monstro segue faminto, insaciável, e crescendo. Em poucos meses, vai faltar ração para alimentar o monstro. Existem dois brasis. O das empresas e profissionais da iniciativa privada, que produz riquezas, gera renda, e paga impostos para sustentar um monstro: a máquina pública e seus milhões de funcionários. E o outro Brasil, o do monstro Estado. A fonte de onde brota água, a única fonte da economia, empresas privadas, vem reduzindo de forma substancial a vazão, na medida em que a economia reduziu seu ritmo de forma dramática. E assim, com muito menos empresas para pagar impostos, com muito mais brasileiros desempregados na iniciativa privada, caem todas as receitas, diminuem a montanha de dinheiro para pagar os impostos, e assim, e nos próximos meses, vai faltar ração para alimentar o monstro. O monstro, queira ou não queira, vai ter que mergulhar num radical regime compulsório. Hoje, mais de ano desde que a pandemia começou, suas brutais consequências por enquanto só vêm sendo pagas pela iniciativa privada. O monstro segue impassível, como se morasse num outro mundo ou país. Por essa razão, temos comentado com vocês, que todas as demais reformas, sem a reforma do Estado, também denominada de Reforma Administrativa, perderão sua eficácia em poucos anos. Todas as economias e ganhos decorrentes serão rapidamente aspirados pelo monstro insaciável e voraz chamado Estado Brasileiro. Alguns números e estatísticas ilustram a dimensão da doença que vai asfixiando o Brasil: No início, décadas atrás, eram, exagerando, duas dúzias de carreiras no funcionalismo público do País. Para agregar penduricalhos, aumentar ganhos e salários, as carreiras foram se multiplicando. E quanto mais se multiplicam mais difícil, para não dizer impossível, fica o controle. Hoje são mais de 300 carreiras;Como é do conhecimento de todos, um funcionário público excepcionalmente – só se matar dois ou três companheiros de trabalho e roubar todo o dinheiro da repartição –, é demitido. Avaliações de mérito raríssimas e sob metodologia e critérios ridículos para dizer o mínimo. E muitos, e diante de faltas graves, têm como castigo aposentadoria precoce sem prejuízo da remuneração, ou seja, erram e ganham na loteria; passam a ganhar o mesmo e não precisam trabalhar mais. Como nenhuma avaliação de desempenho minimamente eficaz é realizada, todos, sem exceção, e por igual, são promovidos automaticamente por antiguidade.São estáveis, por definição. Ou seja, tem emprego garantido até a aposentadoria ou final da vida. Há 60 anos eram poucos os funcionários públicos do País, e na medida em que tinham estabilidade e garantia de aposentadoria integral, ganhavam, no máximo, metade em funções semelhantes ao que ganhavam os profissionais na iniciativa privada.Hoje, com o descalabro que foi infiltrando-se nas empresas públicas, com a generosidade criminosa e irresponsável dos governos petistas, hoje os funcionários públicos ganham em média 60% a mais que os das empresas em funções semelhantes.Dentre as 10 posições mais bem pagas do País, seis são no funcionalismo público; servidores do Ministério Público, Poder Judiciário, Tribunal de Contas, Bancos Federais, Diplomatas, Advogados e Procuradores da Fazenda, de Autarquias e Fundações Públicas. Para que todos tenham consciência da gravidade e dramaticidade da tragédia brasileira, recentemente decidiu-se colocar a PEC 183 – emergencial – e que tinha por objetivo controlar os gastos com pessoal na administração pública. Imediatamente a megacorporação do funcionalismo movimentou-se. Resultado, 3.235 opiniões favoráveis ao controle de gastos, e, 159.012 contra o controle… Aí os magistrados que compõem o Superior Tribunal Federal julgaram se os servidores públicos, em função da pandemia, poderiam ter redução de jornada e salário, à semelhança do que ocorre agora com quase 12 milhões de brasileiros profissionais da iniciativa privada? E, como era de se esperar, de forma cínica e irresponsável, os ministros funcionários públicos do Tribunal disseram, NÃO! E não disseram de onde vai se tirar dinheiro para manter todos os empregados e sem redução de jornada e nem de salário. É esse, amigos, o drama. Essa bomba vai explodir. O monstro gordo, balofo e insaciável chegou ao fim, no limite. Mais cedo ou mais tarde explodirá como aconteceu com a personagem Dona Redonda na novela Saramandaia. E, infelizmente, e diante da incapacidade de tomarmos todas as decisões mais que necessárias a tempo, e que poderiam atenuar a dimensão da tragédia, todos comprando protetores auriculares porque a explosão será insuportável. A propósito, e ao tomar conhecimento dos termos da reforma administrativa apresentado pelo Ministério da Economia – reforma sem a qual o Estado morre –, Jair Messias Bolsonaro limitou-se a dizer: “Essa reforma mata 40 milhões de votos. Vamos deixá-la para mais tarde”. SOS Brasil! SOS empresas, empresários e profissionais da iniciativa privada do Brasil.