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Ciranda, Cirandinha

Conforme mais que esperado, e talvez, até um pouco antes do previsto, as supostas empresas fantásticas da nova economia, que não criavam nada que não fosse um novo nó na cadeia de valor, que apropriavam-se de um pedaço da receita já existente sem produzir nenhuma receita nova, que alcançavam valorização estapafúrdia e absurda, convertiam espertalhões em bilionários em poucos anos, algumas vezes do dia para a noite, mais que abrir, essas empresas supostamente fantásticas, uma após a outra, vão escancarando o bico. Nos lembrando muito da canção de roda de criança Ciranda Cirandinha, lembram? “Ciranda Cirandinha Vamos todos cirandar Vamos dar a meia volta Volta e meia vamos dar O anel que tu me destes Era vidro e se quebrou O amor que tu me tinhas Era pouco e se acabou Por isso dona Rosa Entre dentro desta roda Diga um verso bem bonito Diga adeus e vá se embora…”. Assim, mais um dos supostos milagres, à semelhança do Uber, Lime, WeWork vai se desvanecendo. E, se preferirem, derretendo. Por sinal e coincidência, também mais um dos grandes investimentos de Masayoshi e seu Softbank, a Oyo. Empresa indiana de hospedagem, que celebrava parcerias com milhares de hotéis pelo mundo, e chegou a ser avaliada em US$ 10 bi. A crise é forte, e as demissões acontecem em todo o mundo. A Ciranda Cirandinha, assim, acelera-se, e os anéis, quase todos de vidro, um a um, vão se quebrando… Primeiro mês de 2020. Zume, startup de robôs demite 80% de seu quadro de colaboradores. Getaround, startup de aluguel de carros, despediu 25% de seu capital humano. Rappi inicia um amplo plano de demissões em todo o mundo incluindo o Brasil. Aplicativos de patinetes e bicicletas jogam a toalha e desaparecem da e na paisagem… E por aí vai. Assim, e conforme previsto, e por isso, dona Rosa, entre dentro desta roda, diga um verso bem bonito, diga adeus e vá se embora…

Direitos e Direitos

No que se basear sobre negócios que jamais imaginávamos viessem a existir? Esse é um dos maiores desafios da transição do velho para o admirável mundo novo. Nos finais das tardes de domingo, na TV Record na subida da Consolação que era ainda uma rua e não uma mega avenida como hoje embora preserve rua no nome, e tentando ocupar um espaço decorrente da proibição da transmissão dos jogos de futebol, e, simultaneamente, encontrar um substituto para um dos programas de maiores sucessos junto à família brasileira na época, a Gincana Kibon, que estreou no dia 17 de abril de 1955, sob o comando de Vicente Leporace e Clarice Amaral, a agência de propaganda Magaldi, Maia & Prosperi decide criar o programa Jovem Guarda. Inspirado na frase de Vladimir Lenin, “O futuro pertence à jovem guarda porque a velha está ultrapassada”. E como recheio e conteúdo do novo programa prevaleceu uma galera originária do Rio, que mudou-se para São Paulo, indo morar na rua Albuquerque Lins, Higienópolis baixo, e sob a liderança de Roberto e Erasmo Carlos, mais Wanderléa, e convidados: Ronnie Von, Eduardo e Silvinha Araújo, Wanderley Cardoso, Jerry Adriani, Martinha, Vanusa, Leno e Lilian, Evinha, Deny e Dino, Paulo Sergio, Reginaldo Rossi, Antônio Marcos, Katia Cilene, Os Incríveis, The Fevers, e muitos e outros mais. E aí Roberto e Erasmo fortaleceram os laços de amizade e mergulharam em sucessivas composições de sucesso. Tudo o que existia naquele momento eram os 78 rpms, mais os Long Plays, e ninguém, absolutamente ninguém conseguiu imaginar que plataformas de distribuição de músicas seriam totalmente outras, e a partir da virada do milênio. Assim, nada, absolutamente nada do que existe hoje, encontra-se previsto nos contratos de direitos autorais celebrados na época. Conclusão, desde a virada do milênio para cá brigas e mais brigas referentes aos direitos de exploração comercial nas novas plataformas. Neste momento, por exemplo, Roberto e Erasmo tentam rescindir na justiça um contrato de edição de 73 músicas compostas entre 1964 e 1987, com a Editora Fermata. Na ocasião, todos os direitos foram transferidos pela dupla a Editora. Mas, sobre as possibilidades existentes naquele momento. O contrato de cessão jamais poderia contemplar o que não existia naquele momento… Paro por aqui e acho desnecessário entrar em mais e maiores detalhes. Vivemos uma ruptura. A cada dia que passa, cada vez mais, com maior intensidade, os formatos de utilização de propriedades e direitos autorais por novas formas e possibilidades serão contestados por todos os envolvidos. E isso alcança todos os negócios de todos os setores de atividade. Conclusão, no território da justiça e dos direitos das diferentes propriedades intelectuais, seguiremos caminhando nas trevas durante no mínimo duas décadas, a menos que algum tribunal consiga em alguns dos processos que chegue até o final, estabelecer algum tipo de Súmula Vinculante. Caso contrário, continuar caminhando, assumindo riscos, e diante de todos os possíveis acidentes de percurso, partir para um acordo entre as partes envolvidas. Um mau acordo que ponha fim a um conflito é infinitamente melhor que uma guerra sem nenhuma perspectiva de qualquer final. Em verdade, se era impossível imaginar-se o que viria pela frente, absolutamente impossível alguma das partes ter procedido de má-fé. Portanto, antes que o dia escureça, a noite chegue e a vida acabe, nada melhor do que um acordo salomônico entre as partes, 50 x 50, e todos que se deem por felizes pelo dinheirinho mais que extra que caiu do céu, graças e obras da tecnologia…

Marcas Próprias, velhas e abomináveis tentações

Não tem jeito. Não obstante toda a literatura e a prática da administração de empresas, do marketing e dos negócios, infinitas vezes tenha comprovado que o varejo cair em tentação e ter Marcas Próprias é uma imensa tolice e um atraso de vida monumental… Não tem jeito! As empresas não aprendem. Ou você é varejista, trade comércio, ou você é indústria, máquinas, produtos. Procure fazer sempre mais e melhor, mergulhar cada vez mais fundo naquilo que é sua especialização, seu business. Mas, não tem jeito. Assim, semanas atrás, com toda pompa e circunstância, e com o orgulho próprio dos medíocres, o Grupo Pão de Açúcar anunciou sua marca própria de cerveja. Uma bobagem batizada de Fábrica 1959, o ano em que nasceu o Pão de Açúcar, loja, comércio, varejo, jamais fábrica… E aí vem aquele monte de justificativas tentando explicar a bobagem e aplacar a justa ira dos verdadeiros especialistas na ciência e na arte de fabricar cervejas. Em entrevista ao Valor, o diretor de marcas exclusivas do Grupo Pão de Açúcar, declarou, “A cerveja é uma categoria muito importante para o grupo e lançar uma marca própria vai trazer diferenciação para nossas redes e ajudar na fidelização de consumidores…”, e percebendo que estava pisoteando em seus leais fornecedores, atenuou, “A intenção é aumentar o tamanho da categoria. O preço é um pouco mais baixo justamente para atrair novos consumidores. É um posicionamento complementar ao dos fabricantes”. Segue a vida. Parece que o comércio não conseguiu assimilar essa lição básica de que deveria concentrar-se e aperfeiçoar-se e exceder-se em seus propósitos específicos. E jamais considerar, mesmo em pensamento, concorrer com seus maiores aliados, seus fornecedores. E assim, e num mundo onde a moeda tempo é tudo, uma vez mais vai o Grupo Pão de Açúcar, Casino, perder tempo e energia com o que não tem nada a ver com seu business, e arrumar encrenca e brigar com seus parceiros e fornecedores.

Alimentando absurdos, ignorando a realidade

De tempos em tempos vem a informação de empresas que estão aumentando a licença-maternidade de mães, e passando a conceder licença-paternidade aos pais. Nada contra. Até fico emocionado, mas, e simultaneamente, pasmo. Não é isso que está acontecendo no mercado e na vida. Isso, definitivamente, não é uma solução. É alimentar-se um eventual e quase impossível retorno ao trabalho. Crianças nascendo são momentos extraordinários e espetaculares na vida dos pais. E assim deve-se considerar toda a forma de apoio para facilitar que cuidem de seus filhos. Mas, e simultaneamente, que isso jamais implique em distanciá-los da realidade. Caso contrário, o retorno, meses depois, torna-se quase uma impossibilidade absoluta. Assim, caso a caso, função a função, empresas e seus profissionais devem pactuar sobre como passa a ser o relacionamento entre ambos, nos primeiros meses pela felicidade da chegada do filho. Cortar-se radicalmente, interromper-se a relação, é a pior solução. Negociar uma ausência suave, sem jamais uma perda de contato total, talvez e apenas nas duas primeiras semanas, é o caminho mais lúcido e inteligente para contemplar a conveniência e interesse de todos. Não existe uma solução única e específica. Cada caso é um caso e assim deve ser tratado. Dependendo das características da empresa, do trabalho, da personalidade do profissional. Ou seja, momentos únicos carecem de soluções únicas e sob medida. Assim, é com constrangimento e indisfarçável desconforto que li a manchete de uma matéria recente do jornal Valor, e que dizia, “Companhias criam licença-paternidade de até seis meses”. E no corpo da matéria, primeiro parágrafo, vinha a referência, “A farmacêutica Sanofi anunciou nesta semana a ampliação da licença-paternidade para sua força de trabalho na América Latina que envolve 7.300 funcionários. A partir de janeiro de 2020 os novos pais ganharão o direito de ficar em casa por até seis meses sem desconto no salário ou necessidade de trabalho remoto…”. Depois de 6 meses, num mundo onde uma semana é uma eternidade, a empresa que entrar nesse engodo estará condenando muitos de seus principais colaboradores a uma inutilidade total, a um burnout inevitável e radical pela ignorância, tédio, insegurança, e que os remeterá, inexoravelmente, a total e absoluta obsolescência. Obsoletos, e, doentes. Nascimento é vida. E não se vive ausentando-se, ignorando-se, naufragando-se no ócio e no tédio de tentar se passar seis meses olhando e supostamente cuidando exclusivamente de um adorado filho. Se trabalhássemos hoje em alguma empresa que nos oferecessem essa possibilidade, nós, consultores da Madia agradeceríamos imensamente, e diríamos: Nem por um cacete quero me ausentar por mais de 15 dias! Quero uma situação mais confortável para aproveitar esses primeiros dias e meses de imensa felicidade pelo nascimento de um filho. Mas tenho consciência que num mundo líquido, fluido e disruptivo, mais que duas semanas de distanciamento total me remetem irreversivelmente a obsolescência. Assim, esqueçam ausências, prazos, camisas de força. Cada situação, uma negociação específica, cordial, moderna, madura, lúcida e verdadeira. E contando com os inestimáveis recursos da tecnologia. Que jamais alguém precise dizer, mais adiante, ganhei o melhor presente da minha vida, e acabei desencontrando-me, profissionalmente. Sempre oportuno lembrar o que nos ensinou Confúcio, há mais de 2.500 anos: “Escolhe um trabalho que gostes e não terás que trabalhar um único dia em sua vida”. Assim, entre a alegria e felicidade das bênçãos de ter um filho e ser mãe, ou pai, e a felicidade da sequência de sua jornada profissional, fique com os dois. Sempre é possível.

Costanza, 80, a régua. Tarcísio, 84, o compasso

Costanza, a régua. O Brasil produziu poucos mentores sobre o que é a verdadeira elegância. Nos anos 1950 e 1960 pontificava Antônio Marcelino de Carvalho, 1905/1978, jornalista, escritor, cronista, com livros de sucesso sobre o tema elegância. Irmão de Paulo Machado de Carvalho, o marechal da vitória. Trabalhou no Shopping News e dava aulas de etiqueta na escola Eva, na Rua Augusta. E, luxo dos luxos, morava no edifício Ester, na Praça da República, apartamento de cobertura. Hoje descansa em paz no Cemitério da Consolação. Mais adiante o Madia conviveu, em seu último emprego ‒ ele era Publisher da Carta Editorial, Revista Vogue ‒, com Rudi Crespi, outro árbitro e mestre da elegância. Apresentado por Luis Carta, Madia conviveu com Rudi durante dois anos, e aprendeu com ele a importância e a elegância das meias brancas. Enquanto isso, e a convite de Roberto Civita, padrinho de seu casamento, Costanza Pascolatto, iniciou-se como produtora de moda na Editora Abril e desde então se tornou a referência quando o assunto é elegância. Costanza chegou aos 80, bonita e elegante como sempre foi. Lançou seu quinto livro, A Elegância de Agora – e concedeu uma série de mais que merecidas e obrigatórias entrevistas sobre sua efeméride. Reverenciamos Costanza nestes comentários, por muitos merecimentos, mas especialmente para falar de Branding. E Branding relacionado a pessoas. As nossas marcas. As marcas que precisamos construir nas cabeças e corações das pessoas de nosso relacionamento para que a caminhada se torne mais fácil e suave, e as perspectivas de sucessos e vitórias sejam sempre crescentes. E no Branding de pessoas, se elegância não é tudo, é quase tudo. Costanza fala sobre Elegância a Malu Bonetto da Revista Go Where. Diz, “A Elegância é uma estética de incomum eficácia e simplicidade. Tanto na arte como na arquitetura, a elegância é, frequentemente, utilizada como padrão de bom gosto e sugere maturidade. Uma pessoa elegante faz-se reconhecer pelo comedimento e cortesia. É amável e respeitosa com todos. Comunica-se com clareza e mantém a compostura em qualquer situação. Cuida da aparência, reservando um tempo para se arrumar. E, procura sempre, cercar-se de pessoas elegantes.” Apenas isso. Desnecessário tentar acrescentar-se o que quer que seja. Já Tarcísio, o compasso. Ele, Tarcísio, um dos maiores galãs da história da televisão brasileira que agora completa 70 anos. Provavelmente, e na opinião dos críticos, apenas um bom ator. Já na opinião do povo, um mega ator. The best. Tarcísio Meira, 84 anos. Num dos últimos finais de semana de 2019, concedeu entrevista a Páginas Amarelas de Veja. Entrevistado por Sérgio Martins. Tarcísio concentrava-se em sua participação na peça O Camareiro, do dramaturgo inglês Ronald Harwood, no teatro FAAP. Chegando e saindo todos os dias numa cadeira de rodas, devido a problemas no menisco. Cumprindo seu dever e ofício de jornalista, Sérgio Martins provoca Tarcísio, passando por assuntos próximos do constrangimento, insinua inconfidências, traições, e lança algumas armadilhas… Tarcísio mantem-se tranquilo, sereno, seguro, sem deixar de responder uma única pergunta. Tarcísio preserva-se numa postura de Branding irretocável. Uma pessoa, antes e acima de qualquer outro comentário ou manifestação, Elegante! Separamos três respostas da entrevista, e sua manifestação final sobre o momento de nosso país. Sobre a razão dele, e de Gloria Menezes, não serem tão presentes nos castings das novelas da Globo… “Os autores não acreditam que existam velhos nas famílias brasileiras, nem que eles tenham papel relevante. Sabe como é, são jovens autores, que se preocupam com os jovens. Ignoram que são as pessoas de idade que passam mais tempo na frente da televisão assistindo novelas. E essas pessoas sempre acompanharam nossa carreira”.Sobre o uso de incentivos para a produção de espetáculos: “O incentivo veio e foi bem-vindo, porque existem pessoas que precisam de patrocínio para montar um espetáculo. Julgo importante que exista. Mas creio que se deva dar dinheiro a quem realmente precise e não a quem consegue arcar com os custos de uma grande produção. Veja esses musicais que custam muito caro. Talvez seja melhor dirigir essa verba a outros projetos…”. E a terceira, e provocado por Sérgio Martins sobre o que achava do presidente da Funarte, Roberto Alvim, ter se referido a Fernanda Montenegro como uma pessoa “sórdida”, Tarcísio, respondeu, “Esse senhor não conhece Fernanda Montenegro. Ela é uma fada, jamais seria uma bruxa, muito menos sórdida. Se disse isso, trata-se de um sujeito indelicado e grosseiro”. E ainda no final, e provocado novamente por Sérgio que disse Tarcísio morar no 13º andar, no apartamento 1380, e num prédio onde o porteiro orienta os que visitam Tarcísio, “aperte o 13”, se tinha votado no 13, no PT… “Não nas últimas eleições, respondeu, mas já votei no Lula e convenci minha mulher a votar também. Hoje está tudo muito confuso, as pessoas ficaram tão enraivecidas. A propósito, olha, ando com as duas pernas. Não posso caminhar com a da direita sem a ajuda da esquerda. Assim como não posso caminhar com a esquerda sem a direita. O que vejo é que uma perna está brigando com a outra e essa pessoa, o Brasil, é capaz de soçobrar. Apenas um saci anda com uma perna só, e, mesmo assim, de vez em quando, pega carona com o vento…”. Costanza, Tarcísio, elegância, branding. E não se fala mais nisso. O Brasil saci mais que precisando concentrar-se e olhar para frente… Pegando carona com e nos ventos abençoados da tecnologia e da modernidade. Com elegância, claro. E sempre!

Governo sinaliza ajuda financeira para autônomos

A pandemia causada pelo coronavírus deixou autônomos em situação mais desesperadora nesta quarentena, já que não podem contar com um salário fixo mensal. É o caso de diaristas, personal trainers, proprietários de pequenos comércios. Preocupados com essa categoria, o movimento nas redes sociais #compredopequeno, que incentiva que os consumidores busquem produtos locais para incentivar a economia e garantir renda aos microempreendedores, ganhou uma nova nuance. Quem é assalariado está sendo chamado nas redes sociais a ajudar os pequenos produtores a ter pelo menos parte da renda no fim do mês. Decisão do governo O governo federal já prepara medidas de socorro aos micro empresários. No início do pedido de quarentena (16), o Ministério da Economia divulgou que pretende permitir a isenção, por três meses, das contribuições dos empresários para o FGTS (R$ 30 bilhões) e da parte da União no Simples Nacional (R$ 22,2 bilhões). O Programa de Geração de Renda (Proger), do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) reforçará o crédito a micro e pequenas empresas em R$ 5 bilhões. Para proteger os trabalhadores informais, as pessoas sem assistência social e a população que desistiu de procurar emprego, o governo divulgou também na última semana que distribuirá vouchers (cupons) por três meses. A medida consumirá R$ 15 bilhões – R$ 5 bilhões por mês – e terá como objetivo amparar as camadas mais vulneráveis à crise econômica criada pela pandemia de coronavírus. O benefício terá valor equivalente ao do Bolsa Família e começará a ser distribuído nas próximas semanas. Os vouchers poderão ser retirados por pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, instrumento administrado pelo Ministério da Cidadania que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda, desde que o beneficiário não receba nenhum benefício social, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Novas estratégias de venda O Sebrae sugeriu algumas medidas para comerciantes em momentos de crise. Entre elas estão: Aderir ao uso das mídias sociais;Criar plataformas de vendas online;Se adequar para pagar as taxas cobradas pelos aplicativos de delivery;Conhecer os custos. O Sebrae recomenda também que os pequenos empreendedores avaliem seus custos. “É fundamental que o empreendedor conheça profundamente os custos da sua empresa e seja capaz de avaliar quais são aqueles imprescindíveis para manter o negócio operando. Em um contexto de queda do faturamento, ele precisa priorizar aqueles que são realmente fundamentais e cortar ou reduzir os demais”. Segundo o Sebrae, o momento pode exigir negociação com seus fornecedores. “Essa negociação pode trazer o fôlego necessário para manter em dia aqueles gastos e despesas que não podem ser adiados. ”

Novo hábito permite que contratações não parem por conta da quarentena

Decisão veio após a pandemia do COVID-19. Após a pandemia do COVID-19, algumas startups brasileiras decidiram adotar um novo hábito de contratação: à distância. O hábito está se tornando o “novo normal” entre empresas que estão mantendo seu ritmo de contratação em meio à pandemia do novo coronavírus. Nos unicórnios (empresas avaliadas acima de US$ 1 bilhão) Gympass, Loft e Wildlife, os novos funcionários estão sendo contratados remotamente e, para começar a trabalhar, recebem equipamentos e orientações em casa. Mais detalhes acesso nosso portal de conteúdo >

COVID 19: consumo de internet fixa aumenta e causa lentidão

Após início da quarentena provocada pela pandemia do coronavírus no país, operadoras de telefonia registraram um aumento médio de 40% no tráfego de internet banda larga fixa de sua rede. Vivo, Claro, TIM e Oi passaram a atender mais clientes em casa ao logo do dia e verificaram picos de consumo até 15% maiores. Os picos, normalmente, só ocorrem pela manhã, quando as pessoas estão saindo de casa, e à noite, quando retornam. A preocupação é que atinjam pico entre 150% e 200%, o que provocaria a falência da rede. Para tentar conter problemas que podem ocorrer por conta desses picos, governadores de pelo menos cinco estados (SP, RJ, BA, AM e GO) e do Distrito Federal solicitaram às operadoras conexões mais potentes e exclusivas para que a rede pública e privada de ensino possa restabelecer o ritmo de aulas por meio de videoconferências. Para tentar conter problemas que podem ocorrer por conta desses picos, governadores de pelo menos cinco estados (SP, RJ, BA, AM e GO) e do Distrito Federal solicitaram às operadoras conexões mais potentes e exclusivas para que a rede pública e privada de ensino possa restabelecer o ritmo de aulas por meio de videoconferências. Mais detalhes acesse nosso portal de conteúdo >

Home-office é alternativa para empresas em época de coronavírus

Lembrando que está é uma medida preventiva tomada pelas próprias empresas e não uma recomendação do Ministério da Saúde. O coronavírus está mudando o modo como algumas empresas operam, levando até em alguns casos suspender o expediente em seus escritórios e orientaram seus funcionários a fazerem home-office como medida preventiva. A medida preventiva vem sendo tomada por diversas empresas no mundo todo, uma vez que o vírus está se espalhando muito rápido e os sintomas lembram o de uma gripe comum, impossibilitando que os chefes afastem todos os funcionários que espirrarem, por exemplo. Além disso, com tantas suspeitas de contágio, não é possível testar todos aqueles que viajam ao exterior, já que o primeiro caso é prioridade. Lembrando que está é uma medida preventiva tomada pelas próprias empresas e não uma recomendação do Ministério da Saúde.

Semana de quatro dias

Brevemente, muito brevemente, com exceção de raríssimas profissões e atividades, estará institucionalizada, na maioria dos países do mundo, a semana de quatro dias. Em paralelo ao aprendizado de se trabalhar a distância, a economizar tempo por não ter que ir e vir ao trabalho, a constatação que 4 dias são mais que suficientes para as atividades de rotina no trabalho. O mesmo acontecerá com as escolas, com as poucas que não migrarem 80% ou 100% para o ensino a distância. Onde, e mais adiante, com exceção de algumas necessidades pontuais e específicas, cada um define o horário em que realizará seus estudos. Especificamente nos Estados Unidos, a exceção de escolas com 4 dias de aula e 3 de descanso originou-se da necessidade das populações rurais e que moravam a grande distância dos locais de ensino. O mesmo acontecerá com as escolas, com as poucas que não migrarem 80% ou 100% para o ensino a distância. Onde, e mais adiante, com exceção de algumas necessidades pontuais e específicas, cada um define o horário em que realizará seus estudos. Especificamente nos Estados Unidos, a exceção de escolas com 4 dias de aula e 3 de descanso originou-se da necessidade das populações rurais e que moravam a grande distância dos locais de ensino. Para mais detalhes acesse nosso portal de conteúdo >