Mba 2009
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O ERRADO QUE DEU CERTO

Talvez o título deste comentário seja excessivo, mas, de verdade, o RIO QUENTE não deixa de ser o errado que deu certo, ou, a exceção que justifica a regra. Num país onde até agora os RESORTS deram com os burros n’água, o RIO QUENTE cresce, prospera, e investe cada vez mais.

Num país onde a maioria dos RESORTS fica a beira mar o RIO QUENTE fica no centro do país, distante da praia, e até mesmo pagando o preço por esse distanciamento de investir pesado em 18 compressores, importados da ESCÓCIA, pela bagatela de R$ 13 milhões, para produzir e oferecer a seus frequentadores 9 tipos diferentes de ondas capazes de alcançar até 1,2 metro. E não sentirem saudade e falta do mar.

Em tese, com exceção das águas quentes, tudo errado. Lugar errado, difícil acesso, tudo pra ser mais um não fosse a capacidade de seus gestores de agregarem e preservarem atratividade ao RESORT pela permanente inovação. Segundo dados divulgados pelo caderno NEGÓCIOS do ESTADÃO, o RIO QUENTE fechou 2009 com um faturamento de R$ 220 milhões, uma margem de lucro de 20%, enquanto todos os seus demais concorrentes contabilizavam, a maioria, mais um ano de prejuízos. Muito especialmente após a “chegada dos transatlânticos” às costas brasileiras, nas temporadas de férias.

Hoje o RIO QUENTE ocupa uma área de 491 mil metros quadrados, emprega 1.800 colaboradores, oferece 7 hotéis, academias, SPAs e quadras de futebol, 6 bares aquáticos, 18 nascentes com vazão de 6,5 milhões de água que alimentam as 13 piscinas, mais a praia com seus 5,5 milhões de litros e 18 compressores “produtores de ondas”.

E os investimentos não param. Mas dois novos hotéis até 2013, e uma vila noturna de entretenimento, à semelhança do que acontece com a DISNEY e a UNIVERSAL de ORLANDO.

O RIO QUENTE é o errado que deu certo. O SAUÍPE, o certo que deu errado. Diferença? GESTÃO DE QUALIDADE.


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