Se algum remédio, algum dia, mereceu a expressão “SANTO REMÉDIO!”, esse remédio é o ÁCIDO ACETILSALICÍLICO, hoje, 111 anos depois, mais conhecido como ASPIRINA. Tudo começou no século V a.C. quando HIPÓCRATES, grego de nascimento e pai da medicina científica, ensinou ao mundo que o pó ácido da casca do salgueiro/chorão, por conter salicilatos, aliviava dores e diminuía a febre. 18 séculos depois o reverendo EDMUND STONE, do condado de OXFORD, no REINO UNIDO, redescobriu as propriedades antipiréticas da casca do salgueiro traduzindo tudo isso em linguagem e forma científica. Em 1828 o farmacêutico francês NERI LEROUX e o químico italiano RAFFAELE PIRIA conseguiram isolar o ácido salicílico no formato cristalino. Em 1897, a BAYER juntou o salicílico com acetato e deu origem ao SANTO REMÉDIO. Hoje, na opinião unânime da comunidade médica e de todos os pacientes, o único erro da ASPIRINA é o preço. Se custasse mais caro seria infinitamente mais valorizado. O espectro de sua ação, para centenas de males e doenças já descoberto e comprovado, é incomparável a qualquer outra medicação.
Assim como a ASPIRINA, o COPO AMERICANO da NADIR FIGUEIREDO teve origem simples, mas ambição desmedida. Converter-se no COPO DOS COPOS. E chegou lá! Se alguém algum dia imaginou a possibilidade de existir um COPO PERFEITO esse COPO existe e foi batizado de AMERICANO. Desde o ano passado integra o acervo do MOMA – MUSEU DE ARTE MODERNA – de NOVA YORK, e seus admiradores reúnem-se diariamente através de 14 comunidades no ORKUT. Essa verdadeira aspirina – eficaz, simples, resistente, baixo custo -, no entendimento da coordenadora do curso de pós-graduação em design estratégico da ESPM, ELLEN KISS, chegou ao sucesso, glória e reconhecimento pela simples razão de “SER ÚNICO”.
Mas, tão ou mais importante que estar ao lado de DEGAS, PICASSO, MODIGLIANI, BRAQUE, MONET, CHAGALL no MOMA, o AMERICANO é o preferido – UNANIMIDADE – por todos os cafés de todas as esquinas, mais padarias, do BRASIL, para se tomar do café/pingado da manhã, tarde e noite, à cerveja. Segundo os especialistas, e por seu formato e medida, O COPO DOS SONHOS DE TODOS OS BEBEDORES DE CERVEJAS.
Quando NADIR FIGUEIREDO decidiu produzir copos de vidro no Brasil, inspirou-se em modelos antes só produzidos nos Estados Unidos, e daí, copo no estilo americano, COPO AMERICANO.
Em vidro, ascendente no formato, faixas elegantes e discretas em toda a circunferência, também está presente nos lares, com seus 190 ml. Utilizado, além da cerveja e do café, como medida de receitas para bolos, macarrão instantâneo, e até mesmo para a dosagem do sabão em pó a ser colocado nas máquinas de lavar.
Em BELO HORIZONTE consagrou-se como o COPO LAGOINHA. Por ser usado por 10 em cada 10 bebedores do bairro boêmio da cidade, o BAIRRO LAGOINHA. Já no atacado e nos comerciantes de copo, é conhecido como simplesmente “COPO” – com absoluta e total razão -, porque ele é, de verdade, O COPO, como também pelo seu código de referência nas planilhas da NADIR FIGUEIREDO: “2010”
Em 2010, coberto de razões e merecimentos, o “2010”, “O COPO”, coloca-se ao lado da ASPIRINA, do CRISTO REDENTOR, da ESTÁTUA DA LIBERDADE, do CANIVETE SUÍÇO, do ZIPPO, da LEVIS, do iPOD, da BIC, do TIC TAC, do CHRYSLER BUILDING, e de muitos ícones da sociedade de consumo e do mundo moderno. Na galeria das referências. Em lugar de destaque.
Comentários enviados:
Nome: Ida Angelina Lopes Tormena
Email: ida@furnas.com.br
UF: SP - Cidade: Arujá
Data: 2010-07-28 13:40:05
Comentário:
Interessante. Voces sempre com matérias do cotidiano mas que não paramos para saber como começou. Parabéns
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