É indiscutível que o BRASIL, a partir do PLANO REAL, ganhou uma nova cara. Pela simples razão que com a estabilidade da economia, os brasileiros de maior renda e poder aquisitivo pararam de transferir o peso da inflação para a maior parte dos brasileiros, os pobres e miseráveis, que além de suportarem todas as dificuldades de não ter como comprar, ainda assimilavam, por nenhum mecanismo de defesa, todo o peso – TODO! – da inflação. Claro, outras medidas foram importantes, mas só se revelaram e alcançaram efeito pela ESTABILIDADE DA ECONOMIA.
Isso posto, o DATA POPULAR, instituto de pesquisa inovador e pioneiro no estudo do mercado de renda baixa no país, através de sucessivas entrevistas de seu sócio e diretor, RENATO MEIRELLES, vem revelando a TAL FOTOGRAFIA. De um novo BRASIL longe do ideal ainda, mas já se distanciando, gradativamente, de um falso gigante deitado eternamente em berço esplêndido.
Segundo os novos números, e em 8 anos, as diferenças na FOTO são sensíveis e alentadoras. Estamos saindo de uma população de 176 milhões em 2002 para 192 milhões em 2010. Em 2002, a FOTO registrava 7,10% dos brasileiros na CLASSE AB, 38,6% na CLASSE C, e 54% na CLASSE DE. Agora, em 2010, e com o crescimento da renda, são 12,8% de brasileiros na CLASSE AB, 49,7% na CLASSE C, e 37,5% na CLASSE DE. Traduzindo-se essas classes, base 2010, em população, temos hoje 24,3 milhões de brasileiros na AB, 94,4 milhões na C, e 71,3 milhões na DE.
O DATA POPULAR mergulhou na análise das CLASSES C D e E, e, segundo RENATO MEIRELLES, “A CLASSE D, isoladamente, já é a segunda do país em massa de renda, tendo assumido a liderança em intenção de compra de itens específicos de consumo como carros, geladeiras, desktops”. RENATO garante que a CLASSE D será responsável este ano por 33% das compras de computadores, 24% de automóveis, 40% das geladeiras, 40% de motos e 17% das viagens de avião. E ainda, 25% do total dos novos alunos das escolas particulares”.
A NOVA FOTO DO BRASIL É BEM MAIS BONITA.
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