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SE A PESQUISA REFLETIR A REALIDADE...

Nos principais jornais do país a pesquisa realizada pelo Instituto Análise com 1.000 entrevistados e em 70 cidades do país. Mesmo tratando-se de uma amostra significativa e consistente para determinado tipo de informação, causa espanto e perplexidade constatar-se que a população de Católicos literalmente despencou no país. Dos que se diziam Católicos do CENSO 2000 – 73,77% - e Evangélicos – 15,44% -, os números do Análise registram 59% contra 23%. Como o próximo CENSO está chegando vamos aguardar, mas a divulgação dos dados determinou uma série de reuniões dentro da cúpula da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) no país.

Outro dado relevante da pesquisa é que mesmo em menor número, mas em crescimento, os Evangélicos são mais sensíveis aos apelos pelos dízimos do que os Católicos. 80% dos Evangélicos não-pentecostais fazem doações regulares, contra 76% dos Evangélicos pentecostais, 68% dos Católicos praticantes, e 31% dos Católicos não praticantes.

Quanto aos valores, os Evangélicos, na média mensal, doam mais que o dobro dos Católicos: Evangélicos não-pentecostais, média mensal de R$ 36,03; Evangélicos pentecostais R$ 31,48; Católicos praticantes R$ 14,01; e Católicos não praticantes R$ 3,24.

Multiplicado pelo número de seus fiéis, cada uma das religiões arrecada, mensalmente, R$ 680,5 milhões a Católica; R$ 599,5 milhões a Evangélica pentecostal; e R$ 432,5 milhões, a Evangélica não pentecostal. E, pela pesquisa, a população do país é constituída, hoje, por 59% de Católicos, 14% de Evangélicos pentecostais, 9% de Evangélicos não-pentecostais, 3% de kardecistas e espiritualistas e 10% sem religião.


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