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73% É IGUAL A 42 MILHÕES!

Claro que todas as empresas – ou a maior parte delas – já se conscientizou que a INTERNET, dentre todos os pontos de contato que têm com seus suspects, prospects e clients, é, de longe, o mais importante. E assim, além de se fazerem presentes na www, precisam se esmerar na apresentação, na qualidade das informações, nas facilidades de acesso, no playability.

O que a pesquisa da GS&MD – GOUVÊA DE SOUZA, realizada em 11 países, incluindo o Brasil, acaba de constatar, é que os internautas – em tese, no Brasil, mais de 60 milhões -, não aceitam mais que as empresas não disponibilizem ou um comércio eletrônico, ou um site/portal com todas as informações necessárias para a realização de compras. No Brasil, por exemplo, 73% de todos os internautas recorrem a sites especializados ou aos sites das próprias empresas, antes de realizarem suas compras tanto no mundo virtual como no real. E, 73% de 60 milhões traduz-se num contingente de mais de 42 milhões de consumidores. Ou seja, nenhuma empresa pode mais continuar esperando pelo futuro... Que já chegou. A presença na internet, definitivamente, é o GRANDE PONTO DE CONTATO, ou, como batizamos aqui no MADIAMUNDOMARKETING, a GRAND CENTRAL STATION de todas as empresas, independente de porte e setor de atividade.

A pesquisa foi realizada com 5,5 mil pessoas da Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal, Reino Unido e Romênia. Especificamente no Brasil, a pesquisa foi complementada com uma amostra adicional de 500 entrevistados, nas cidades de São Paulo, Recife e Porto Alegre.

Enquanto na média dos países, o fornecimento de dados bancários ou de cartão de crédito é um forte inibidor, ainda, do comércio eletrônico, 56%, no Brasil essa preocupação é apenas 1 ponto percentual menor, 55%. Já na média dos países, preferir o real ao virtual por poder tocar e sentir o produto antes de comprar é bem maior – 66% - do que no Brasil – 55%.

O que a pesquisa constatou, também, é a profunda decepção de clientes de determinadas lojas, que ao tentarem comprar pela internet descobrem que a loja não oferece a possibilidade do comércio eletrônico. Abalando, seriamente, o grau de lealdade. E em uma de suas conclusões, revela que os internautas dos 11 países são taxativos em afirmarem que “as lojas sem páginas na internet não existirão no futuro”.


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