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VENDAS PELA INTERNET EM 2008: 30%+

O E-bit foi o primeiro dos institutos que metrificam performances na internet a divulgar os números. E esses números revelam um crescimento de 30% no comércio eletrônico brasileiro em 2008.

No total de mercadorias vendidas pela rede, chegou-se a um valor de R$ 8,2 bilhões. Isso significa, dentre outras coisas, que daqui para frente o crescimento do comércio eletrônico, mesmo considerando-se a chegada de gigantes como WALMART e BAHIA ao “campo de jogo”, não deverá mais apresentar índices de crescimento superior a 30% e todos os próximos anos. A estimativa é que esse crescimento sustente-se na casa dos 20%.

Uma das principais distorções que caracterizava o comércio eletrônico no passado, e que causava desconforto aos consumidores e constrangimento aos vendedores das lojas, é que uma mesma organização adotava duas políticas de preço para os produtos que comercializava. Uma para a internet – preços mais baratos -, e outra para suas lojas físicas – preços mais caros sob a alegação que essas vendas precisavam sustentar a comissão de vendedores, o aluguel dos imóveis, a decoração das lojas, e outras justificativas estapafúrdias mais.

Do final do segundo semestre de 2008 para cá, muitas empresas que comercializam no mundo real e virtual, vem procurando alinhar seus preços. Se eventualmente o preço estiver melhor na internet, confirmam e mantêm o preço na loja. Faz todo o sentido.

A grande expectativa e pergunta que não quer calar é quando o CARREFOUR abrirá suas portas na WWW? É a mega organização que falta entrar para que os gigantes alinhem suas forças em todos os campos e a batalha seja ampla, geral e irrestrita.


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