Mba 2009
The World Marketing Place
A DECEPÇÃO HAVAIANAS

Com grande antecedência e maior expectativa anunciamos há dois anos a chegada das HAVAIANAS na BEST de São Paulo: a Brand Experience Street OSCAR FREIRE. Finalmente, e depois de sucessivos atrasos, e num projeto assinado por ISAY WEINFELD, chegou. Infelizmente, uma tremenda decepção. Ao menos, por enquanto.

Nada contra o projeto; perfeito. Tudo contra o conteúdo. A HAVAIANAS provavelmente pagou uma bala para se posicionar na OSCAR FREIRE e, até agora, de caracterizar-se como uma flagship, de revelar sua narrativa, nada. Por enquanto, apenas uma bonita e moderna loja. E só para isso o investimento não se justifica; pior ainda, causa decepção.

Todas as pessoas que foram conhecer a loja e dominam a arte e a importância de flagships no processo de fortalecimento de marcas legendárias voltaram decepcionadas. Esperavam muito mais.

Conforme comentamos aqui, finalmente, dois dos mais emblemáticos e fantásticos “cases” do marketing brasileiro, moderno, ético e de qualidade, disputariam todas as atenções na BEST: entre a Haddock Lobo e a Bela Cintra, MELISSA; entre a Mello Alves e a Consolação, HAVAIANAS. E na prática isso não está acontecendo. Apenas a MELISSA conseguir entender e ativar, na totalidade e com sobras, seu posicionamento na OSCAR FREIRE. A HAVAIANAS, infelizmente, não. Ficou devendo.

Mas, nada que não dê para corrigir. E quem sabe, até o próximo NATAL, além de vender produtos, a HAVAIANAS também venda e comunique sua trajetória, suas raízes, suas crenças, seus valores, e o caminho de sucessos e glórias que a aguardam.

Na que deveria ser uma flagship e é, apenas e tão somente, uma moderna e bonita loja.


Comentários enviados:
Nome: Luiz Otavio Heleber
Email: oheleber@hoqecs.com
UF: -- - Cidade: Rio de Janeiro
Data: 2009-04-10 21:44:57
Comentário:
Esses teóricos do marketing me causam espécie: Querem se emociaonar com uma loja de chinelos e se esquecem que o negócio das Havainas é simplesmente remunerar o capital dos acionistas. É uma situação parecida com aqueles filmes publicitários que ganham prêmios mas não vendem o produto do freguês.

Nome: Magy Imoberdorf
Email: magyimoberdorf@uol.com.br
UF: -- - Cidade: São paulo
Data: 2009-04-08 21:53:52
Comentário:
Concordo plenamente e vou mais longe , achei o projeto do Isay nada supreendente, nada de novo. Que pena é apenas um mercadão querendo enganar os trouxas a pagar mais por um produto que tem que ser barato. Nnao consegue encantar , não é nada e não ofereçe nenhuma experiência ao consumidor. Alias o Brasil esta se transformando numa enorme Casas Bahia, que pena.

Nome: tom eisenlohr
Email: tom.eisenlohr@gmail.com
UF: SP - Cidade: sao paulo
Data: 2009-04-08 21:38:55
Comentário:
Odeio esses comentários de supostos especialistas em flaship e branding. A loja é o maior barato, joga pra cima a marca e premia os havaianosmaníacos. A marca tem liberdade poética.

Nome: giovana bonilha
Email: gbonilha@hotmail.com
UF: SP - Cidade: SP
Data: 2009-04-08 13:51:01
Comentário:
barbaro! A flag nao emociona, nao proporciona experiencia e nao passa de uma loja (muito) bem montada... nada de branding para um caso tao exemplar de branding... decepcionante!



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