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DAS VITRINES DE AMSTERDÃ, PARA AS VITRINES DO MUNDO

Durante décadas a cidade de AMSTERDÃ se notabilizou pelas suas vitrines, e pelo comércio livre de drogas em seu “distrito vermelho”. Pouco a pouco as vitrines vão sendo fechadas pelas autoridades locais, o mesmo acontecendo com lojas de vendas de drogas. De certa forma em paralelo, e acompanhando a migração desses negócios para a www.

Tudo começou no final de 2007 quando a prefeitura da cidade fechou um acordo com CHARLIE GEERTS, mais conhecido como “O GORDO”, principal “empresário” das vitrines de AMSTERDÃ. Num primeiro movimento foram fechadas 51 vitrines. Naquele momento o prefeito da cidade explicou a razão, “pretendemos nos livrar da criminalidade que existe por trás disso tudo”. Na outra ponta, a De Rode Draad – Raio de Luz Vermelha), organização de defesa das prostitutas, argumentou, “ao fechar as vitrines tira-se o trabalho de muitas profissionais que trabalham de forma independente”. No entanto, a maioria das mulheres pagava o aluguel de 100 EUROS por meio dia de vitrine.

Um ano depois, final de 2008, 109 vitrines foram fechadas, permanecendo 482 abertas, e a prefeitura volta a anunciar agora o fechamento de outro tanto, reduzindo esse número para 243 ao final deste ano de 2009. Simultaneamente, o número de lojas que vendem drogas, especialmente a maconha, também estão sendo fechadas, e, em muito pouco tempo, AMSTERDÃ voltará a ser uma cidade como a maioria das cidades da EUROPA.

Mas já existe todo um trabalho no sentido de preservar muitas das vitrines do Distrito Wallen, para garantir o fluxo de turistas, onde mulheres – de cera – continuarão nas vitrines, já que as de verdade, decidiram abrir vitrines para o mundo, na www, e não mais e apenas, para os turistas de AMSTERDÃ.

MML – LILI TRALDER, FRANKFURT, especial para o MADIAMUNDOMARKETING.


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