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SÍNDROME DO PINTO PEQUENO

JOHN HOLMES, legendária figura dos filmes de sexo explícito, não mora mais aqui. Esse era o nome artístico de JOHN CURTIS ESTES, nascido na cidade de PATASKALA, OHIO, EUA, no dia 8 de agosto de 1945, e que morreu em LOS ANGELES, no dia 13 de março de 1988, depois de protagonizar mais de 300 filmes, com seu pênis de 38 centímetros, vítima da AIDS. JOHN HOLMES e outros bem dotados, vêm alimentando na maioria dos homens, e durante todos os tempos, a denominada SÍNDROME DO PINTO PEQUENO. Acreditando, por mais que as mulheres digam que não, QUE TAMANHO É DOCUMENTO.
 
Ainda recentemente foram divulgados os resultados de diferentes pesquisas revelando que a quase totalidade dos homens possui pênis com comprimento entre 14 e 16 centímetros, ou seja, dentro da absoluta e total normalidade, mas, e mesmo assim, todos declarando que têm “pinto pequeno”. Nas duas pontas, e segundo as pesquisas, as exceções. Os que têm pinto desproporcionalmente grande, como era o caso do legendário JOHN HOLMES, e os que têm o chamado “pinto infantil” – tecnicamente, os com menos de 7 centímetros de comprimento quando eretos...

O mesmo tipo de SÍNDROME DO PINTO PEQUENO acontece em parcela significativa das empresas. Que passa boa parte do tempo se comparando e se referenciando em empresas fora da curva, de performance e sucesso que extrapolam a normalidade. E que só chegaram lá porque concentravam todo o tempo, energia, talento, competência e força humana, em se superarem, em conseguir a cada novo dia, mais e melhor de si mesmas. E aí, extrapolaram a curva, tornaram-se exceções, converteram-se em referência.

Ou seja, a referência é importante como estímulo e exemplos para a reflexão; mas, para ter pinto grande, é fundamental trabalhar da melhor forma possível suas virtudes e competências, de pessoas e de conhecimento, para chegar lá. Se para os homens que se julgam prejudicados pela dimensão de seus pênis existem promessas de tratamentos milagrosos e que muitas vezes desembocam em mutilação e impotência, para as empresas só existe uma única alternativa para saírem do lugar comum, para excederem a média, converterem-se em exceção, e prosperarem. Tirar o máximo de todos os seus capitais – intelectual, humano, econômico, organizacional, e tempo -. E aí, quem sabe um dia, superem a absurda SÍNDROME DO PINTO PEQUENO.

MML – FRANCISCO MADIA, dentro da média e conformado, especial para o MADIAMUNDOMARKETING.


Comentários enviados:
Nome: Zé Carlos De Toledo
Email: toledo-jc@uol.com.br
UF: SP - Cidade: SP
Data: 2009-03-17 10:45:13
Comentário:
Tudo a ver! Prá mim é mais uma daquelas coisas que diferem o SER e o TER - tem gente, e empresas, que "são" PINTO PEQUENO - tem uma cultura pintopequenística, líderes pintopequenos etc. outras apenas tem e vão muito bem obrigado!

Nome: paulo sergio
Email: producao@pscarneiro.com.br
UF: TO - Cidade: sao paulo
Data: 2009-03-12 09:16:12
Comentário:
Como disse o Pereio no CQC ,nessa segunda o importante e nao ter pinto grande ,mas sim fazer cara que tem.

Nome: V.Violin
Email: violin.vanderlei@gmail.com
UF: SP - Cidade: São Paulo
Data: 2009-03-11 17:09:58
Comentário:
Como sempre e de hábito, o Madia só escreve pérolas como esta, até fazendo graça, tudo faz sentido. Parabéns e Obrigado! V.Violin

Nome: DODO
Email: mt@equilibrioesaude.com.br
UF: SP - Cidade: sao paulo
Data: 2009-03-11 16:39:11
Comentário:
hehehehe e viva o dodo



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