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PANETONE “PRÓPRIO”

Realizado o balanço do NATAL de 2008, todos os panetones de marca, praticamente sem exceção, cresceram. Já os panetones “sem marca”, ou “marca própria” dormiram nas gôndolas e acordaram depois do Réveillon dados como brindes em determinados volumes de compras, ou vendidos na base do 2 por 1, 3 por 1. Todos queriam, como sempre, e em todos os Natais, os PANETONES da BAUDUCCO, em primeiríssimo lugar – BAUDUCCO é quase sinônimo de PANETONE. E até mesmo a “newcommer” e estreante NESTLÉ fez ótima figura. Segundo os primeiros números divulgados pela APAS, conquistou 15% do mercado no estado de São Paulo.

Se havia a certeza da crise – e havia e continua havendo – a sensação é que as pessoas decidiram ignorá-la até o Réveillon. E só levá-la em consideração, em suas decisões de compras, principalmente no que diz respeito aos produtos das festas de fim de ano, em 2009. Se até lá, a crise não se desvanecer. Ou seja, as festas de finais do ano de 2008 superaram as nuvens negras da crise.

De acordo com os mesmos dados da APAS, frutas da época, nozes, castanhas portuguesas, bebidas, carnes e panificados cresceram, em termos reais, 3% sobre o NATAL de 2007. MARTINHO PAIVA MOREIRA, presidente da APAS, comentou esses resultados, “Tendo em vista o cenário econômico ruim que se pintava e a expectativa negativa do consumidor, esse resultado foi muito bom”.

Dentre as comemorações, as maiores pertencem a NESTLÉ que estreou no território dos PANETONES. Ofereceu 3 tipos do produto, e seu PANETONE ALPINO rapidamente converteu-se num “best-seller”, a ponto de se esgotar em muitos pontos-de-venda já no início de dezembro. Assim, e além de comemorar mais uma vitória, a BAUDUCCO planeja o próximo NATAL com importantes inovações visando conter o avanço de sua nova e poderosa concorrente, a NESTLÉ.


Comentários enviados:
Nome: Robinson
Email: robinson.formigon@br.nestle.com
UF: SP - Cidade: São Paulo
Data: 2009-02-04 15:45:22
Comentário:
Francisco, fui um dos responsáveis pela implementação dos Panetones Nestlé no mercado de São Paulo. Realmente o mercado estava inundado de produto, mas conseguimos garantir um bom filão. Percebi que este mercado não é nada doce, principalmente quando todos os varejistas resolvem ter a sua marca, além da padaria das lojas soltando panetones quentinhos a quase R$1... Como você mencionou, o Alpino foi um best-seller e acredito na diferenciação para o próximo Natal (alto valor agregado e alta percepção deste valor pelo consumidor, tanto na embalagem quanto no sabor). Daqui a 11 meses teremos mais emoções. Um abraço. Robinson



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