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Justechs, renovadas esperanças

29
nov

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Em muitos momentos a vontade é desistir. Justiça?

Em relação a Justiça – coloco em maiúsculo muito menos como respeito e homenagem e muito mais como esperança – essa tentação invadiu meu pensamento e tomou conta de minha alma por duas vezes.

A primeira, em 1966, quando me formava advogado pela São Francisco, e fui fazer alguns estágios. Conhecer a Justiça na prática.

Não resisti; desisti. Pensei, naquele momento, “não quero isso para a minha vida”. O curso fora maravilhoso; a prática, lastimável, de embrulhar o estômago. Cai fora.

A segunda foi no final dos primeiros 10 anos do MadiaMundoMarketing. Quando tinha que submeter os planejamentos que fazíamos para nossos clientes aos advogados para detectarem possíveis e supostos “legal exposures”. Riscos em demasia. E tudo parava:

“Veja bem, pode ser que sim, pode ser que não…”.

No desespero retornei aos livros, criei uma nova especialização, o Marketing Legal, somei códigos, regulamentos, leis, jurisprudência e convidamos, eu e meus sócios, a Dra. Rosamaria Barna para vir ser nosso “anjo da guarda”, e trabalhar em conjunto com nossos consultores.

Como éramos absolutamente incapazes de, isoladamente, mudar as práticas, encontramos uma forma de continuar trabalhando no ritmo e correspondendo às expectativas de nossos clientes de consultoria.

Salta para 2017. Em final de semana recente assisti mais um programa da franquia Mundo SA, na Globonews.  E me peguei feliz e sorrindo. E, pensando, tem solução! Confesso que me emocionei…

Antes, no entanto, um mega crédito ao Mundo SA. Que deu um salto em termos de consistência e qualidade. Um programa semanal imperdível!

Mas, e diante do programa Mundo SA que assisti naquele sábado minhas esperanças despertaram.

Se você é assinante do Now vá até a página da Globonews e lá encontrará o programa.

Os advogados millennials, que estão ocupando o território desde 2010, para cá, não são de pedir licença, de se curvar, e de muito menos de postarem-se subservientes diante de uma instituição patética, cartorial e classista, chamada OAB – Ordem dos Advogados do Brasil.

São disruptivos. É da natureza e índole deles, millennials.

Não perguntam, não pedem licença, vão em frente, fazem. Ou seja, voltamos a ter esperança.

A disrupção na carcomida, cruel, infectada e injusta Justiça brasileira começou.

Num determinado momento do programa aparece um representante da OAB. Cabelo penteado, gomalina, terno e gravata, tentando lembrar aos que assistem das obrigações e deveres dos causídicos…

Disruptivos nem perguntam e muito menos pedem licença; vão fazendo…

Se perguntassem, e pedissem licença, e se conformassem, aceitassem, calassem, não seriam disruptivos; seriam mais do mesmo…

Voltamos a ter esperanças de um dia resgatarmos a Justiça dessa excrecência que insistimos, absurdamente, de chamar justiça…

servicos

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