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Gim, a bebida das crises voltou com tudo!

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mar

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Esqueça a cerveja, ignore o uísque, ponha a vodca de lado, e cachaça nem pensar. O Gim voltou e voltou com tudo.

Em quase todos os lugares só se fala da bebida. Até mesmo no facebook é possível constatar-se o retorno consistente e mágico do velho e bom gim.

Visceral aos momentos de dúvidas, angústias, dores e crises recentes da humanidade.

O Gim verdadeiro é feito do Zimbro. Cientificamente a fruta do arbusto Juniperus Communis, originário da Noruega e Rússia, e ainda com presença na Ásia e América do Norte.

Segundo os especialistas, o Zimbro também é conhecido como fruto de genebra, genebreiro, junipo, junípero e zimbrão.

Em livro recente, de 2012, “Gin, a Global Story”, a jornalista Lesley Jacobs Solmonson afirma e prova, com documentos, que o Gim tem sido a bebida mais difamada da história. E relaciona mais de uma dezena de momentos e fatos que comprovam sua tese.

Independente de tudo isso, para o bem ou para o mal, o Gim voltou e voltou com tudo.

Em matéria recente, o Estadão dedicou uma página inteira para anunciar a ressuscitação do Gim. Matéria assinada pela Luciana Dyniewicz.

Segundo os dados levantados pela Luciana, de um consumo de 41 mil caixas de gim nacional e 20 mil de gim importado de 2014, o consumo saltou em 2017, para 53 mil caixas do gim nacional e 96 mil caixas do gim importado. Em quatro anos, o gim importado vê seu consumo multiplicado por quatro.

E conta a incrível história do Bar G&T, nos Jardins em São Paulo, que nasceu como temporário, há dois anos, e uma semana da data prevista para o fechamento, devido ao movimento espetacular, converteu-se em bar permanente!

Quando foi inaugurado, trabalhava com 15 marcas de gim. Hoje, dois anos depois, são 70: 10 nacionais e 60 importadas.

Para atender algum desavisado que entra no G&T existe a possibilidade de tomar cerveja. Mas, no território e espaço do gim, apenas 3% dos que bebem lá pedem cerveja…

Será que depois que a crise acalmar, que a disrupção universal der trégua e a poeira baixar o gim sairá da moda?

Enquanto a gente pensa numa resposta, que tal um Fitzgerald, coquetel criado por Mr. Dale DeGroff, o papa dos drinques e da mixologia mundial, e recomendado pela Lesley?

Perguntado certa feita qual a melhor maneira de se beber gim, DeGroff, respondeu, “beba com sabedoria, conte histórias, e deixe a vida fluir…”.

FRANCISCO MADIA, especial para o MMM

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