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Comprando calculadora com impressora

8
ago

tarja-land

 

 

O Brasil adora retrocessos.

Diante da pressão de parte dos formadores de opinião que as urnas eletrônicas não eram confiáveis, a minirreforma eleitoral sancionada com vetos por Dilma em 2015, coloca o voto impresso como uma das exigências.

Segundo cálculos agora divulgados, a adoção de novas urnas custará para os cidadãos brasileiros a bagatela de 2,5 bilhões de reais nos próximos 10 anos. 2,5 bilhões de reais para trocar as velhas e boas calculadoras por velhas e ridículas calculadoras que imprimem as contas, leia-se, os votos.

Num mundo onde as pessoas não fazem mais as contas nem de cabeça nem nas velhas e boas calculadoras. Fazem no celular…

Vivemos num país onde quase a totalidade da população entrega sua declaração pela internet.  Onde a quase totalidade das pessoas com mais de 16 anos e que votam tem smartphones. Em que a quase totalidade dos correntistas dos bancos fazem suas operações através da internet.

E vamos gastar R$ 2,5 bilhão em tranqueiras.

Hoje, existe tecnologia, conhecimento, empresas, inteligência, que nos garanta votar através de nossos smartphones, computadores, tablets, com uma segurança igual a 100%.

No mínimo, infinitamente maior do que a das atuais urnas eletrônicas. Economizando o trabalho voluntário de milhares de mesários, mais despesas de alimentação e transporte, mais transporte ida e volta das urnas eletrônicas, e quanto mais fisicamente diluído o processo maiores as chances de fraudes. Por que ao invés de caminharmos para trás não caminhamos para frente?

Por que ao invés de investirmos R$ 2,5 bilhões em cacarecos, não investimos 1% desse valor para a construção de um programa que possibilite o voto a distância através de quaisquer das plataformas, e do lugar em que estivermos?

Votando na cama, ou no banheiro, na praça, padaria, restaurante? por exemplo?

Amigos, vamos acordar?!

Ou vamos compactuar uma vez mais com o atraso e a burrice e vermos sangrar ainda mais os recursos que o Brasil não tem?

FRANCISCO MADIA, especial para o MMM.

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